Ronaldinho Gaúcho, Diego, Alexandre Pato e companhia, prometem trazer o ouro olímpico dessa vez. Será que podemos acreditar? Esperança e o lema dos brasileiros, mas só isso não basta.

 

Essa competição servira como provas dos nove para Dunga mostrar que entende de futebol fora das quatro linhas e se Ronaldinho Gaúcho está preparado para abrir mão da vida de baladeiro e encarar a rotina de um atleta profissional de futebol. Vamos torcer e esperar para ver se vai dar ouro olímpico ou naufrágio?

A ÚLTIMA VIAGEM

Junho 18, 2008

Onde estamos
Vagando nas luzes que ofuscam nossa visão
Que caminho seguir, da escuridão?
Feche os olhos, me de sua mão
Sinta a força que nos socorrerá
Não tenha medo, pois está força é nossa
Ela irá destruir toda ruindade que existe
Para criar nossa própria maldade
O dia não tem fim
O deserto não existe
A dor é minha amiga
A paixão é vingativa
O sangue se acaba
A morte é a maior viagem
Garota estou partindo
Garota, não sinta minha falta
Quero você ao meu lado
Agora vamos viajar.

Rafael Prendin

A VOLTA

Junho 18, 2008

Olhos vermelhos loucos pelo ódio que relutam em me deixar cego;
O meu corpo escorre o sangue que meus servos beberam;
Estou vivenciando a dor e sua plenitude por completo;
Quero me libertar dessa vida desgarrada em que vivo;
Quero a salvação da minha alma e o perdão de meu oponente;
Sonho em voltar à terra dos vivos e respirar plenamente o seu ar;
Sinto que posso e que devo, estou me sentido vivo novamente;
O meu corpo está curado, os meus pensamentos estão livres da maldade;
A destruição humana é a redescoberta da humanidade;
Sinto-me leve, desprovido do medo de morrer novamente;
Quem bom ver o azul do céu e dizer: sinto o prazer de viver outra vez.

Rafael Prendin


Um tema que vem à tona principalmente no dia que homenageia todas as mães é o da adoção que pode alterar o destino de muitas vidas como é o caso de Maria Cristina Antunes Barcelos Pinheiro que há 17 anos adotou Carpegiani dos Santos Mendes quando ele ainda não completara 1 ano de vida. Maria é da cidade de Cataguases-MG, onde mora com sua família e Carpegiani nasceu em uma cidade vizinha, Dona Euzébia.
O casal Barcelos já tinha três filhas biológicas e Maria Cristina sentia vontade de ter um menino, o que era compartilhado por toda a família. Quando apareceu a oportunidade, querendo ela não pensou duas vezes. Maria Cristina conheceu seu futuro filho a mãe biológica havia desaparecido e o deixado aos cuidados do pai, alcoólatra e hoje falecido, e de uma írmã. Eles a chamaram em Dona Euzébia para conhecê-lo, pois ficaram sabendo do interesse dela em adotar um menino. No momento em que ela chegou à casa eles lhe entregaram a criança. Ela levou para casa Carpegiani “somente com a roupa do corpo” e os vizinhos iam dando alguns acessórios até que eles adquirissem todas as coisas necessárias a uma criança.
Algum tempo depois a mãe de Carpegiani os procurou tentando reaver a criança, dando grande trabalho à família, que mesmo assim não desistiu de ficar com ele. A justiça foi acionada e o juiz manteve a guarda do menino com Maria Cristina e seu marido Itamar Barcelos, por entender que a mãe biológica desapareceu e abandonado seu filho, além de ser omissa e não ter condições de ficar com ele. Depois de um ano ela finalmente se convenceu e hoje as duas “mães” se relacionam bem por insistência de Maria Cristina, que acredita ser o melhor para Carpegiani. Apesar de não ter havido uma adoção legal a família ganhou sua guarda permanente.
Carpegiani trata seus pais adotivos por pai e mãe e a convivência com as três irmãs é boa, com brigas esporádicas, comum em qualquer família. Maria Cristina tem certeza que eles se gostam e acredita não haver diferença por parte dele, “pois nunca demonstrou problema relativo ao fato de ser adotado, a não ser em raras vezes, como qualquer adolescente, achar que existe um tratamento diferente em relação às meninas”.
A adaptação não foi tão fácil, houve momentos em que tiveram que ser mais rígidos na criação do menino. Segundo Maria Cristina “ele foi uma criança difícil, rebelde e deu muito trabalho na escola, pois não gostava de estudar. Mas ele me respeita muito e com muita paciência e também exigências, com diálogos e muita disciplina, graças a Deus valeu a pena”. Hoje ele está terminando o segundo grau, além de ter feito um curso no SENAI de informática e ajudar o pai na serralheria. Ela o considera “um bom rapaz, apesar de um pouco rebelde”. E faz questão de afirmar “amo meu filho e tudo que mais quero é que ele seja um homem de bem” e completa dizendo que sempre diz que “ele é um menino de sorte, pois afinal tem duas mães”. Carpegiani ressalta que “devo tudo o que sou a minha mãe que me adotou e sempre me considerei parte da família. Eu os amos e sei que eles me amam também. Sou muito feliz aqui”.
Rafael Prendin.

O fim de semana em Taseguacas começa quinta-feira a noite com os bares lotados de estudantes saindo das Faculdades, grupos de colegas de serviços e as pessoas que gostam de sair para dar uma descontraída.

Sexta-feira o clima é o mesmo só que há festas nas cidades e ao redor dela. O público desse dia não muda, só que é mais disperso, sempre a procura de alguma balada, ou lugares mais aconchegantes.

Sábado a diversão começa cedo. Se tiver em um dia ensolarado os clubes de lazer, ficam cheios de casais de namorados, amigos fazendo churrasco, pais e mães com seus filhos, famílias quase todas reunidas, crianças se divertindo na piscina e em outras atividades, não muito agradáveis para os ouvidos alheios. Na hora do almoço os restaurante e churrascaria ficam cheios, cada um querendo conversar “berrar” assuntos da vida em família o que acaba sempre terminando, com filho (a) pedindo um dinheiro e o carro para sair à noite.

O (a) filho (a). – Essa festa eu não posso perder pai, todos os meus amigos vão e, só eu que não vou.

O pai. – Mas da outra vez que você teve aqui falou a mesma coisa.

O (a) filho (a). – Só que a hoje, eu não posso perder. Nisso entra a mãe convencendo o pai. – Não custa nada, deixa o (a) garoto (a) se divertir, na sua idade o seu pai te dava dinheiro e você pegava o carro escondido.
O pai. – Tá bom, eu não tenho moral nessa família mesmo.

Missão cumprida toca o celular do filho (a).Pai tenho que sair, o meu amigo está me ligando para eu ir no barzinho novo que abril.

À tarde o pai vai num barzinho para dar uma relaxada, se der o azar de encontrar o (a) filho (a) tem que pagar a conta dele (a) e às vezes de algum amigo que tá sem dinheiro.

À noite, a família inteira reunida de novo, a mãe brincando com a filhinha mais nova, esperando o fim do sossego com a chegada dos outros dois. E, lá chegam eles cada um mais bêbado do que o outro.

O (a) Filho (a). – Ninguém entra no banheiro de corredor que eu vou tomar banho. Mãe a roupa que eu deixei separada, você já passou, pô mãe, o pai só me deu um trocado. A mãe. – A roupa já está passada e debaixo dela tem um dinheirinho.

O pai. – O benzinho hoje à noite nós vamos ter que desmarcar o nosso programa, é que eu bebi um pouco demais e, estou passado mal, mas amanhã a gente sai sem falta.

Domingo dia de descanso. O filho (a) chega sem saber como e, entes de estacionar o carro, o pai já vai entrando, para não perder sua vaga na pelada de fim de semana, que é sagrada.

As duas da tarde o (a) filho (a) acorda perguntando se mala dele (a) já esta pronta, pois estuda fora, só vem de vez enquanto e, quando vem se acha no direito de ter todas as regalias. Nisso o marido liga dizendo que perdeu a hora de buscar sua esposa para eles irem almoçar na casa da mãe dele e, ainda “pede” de uma só vez, se pode adiar a saída de hoje pra semana que vem, porque os amigos dele combinaram de assistir o campeonato Brasileiro e, lá pelas oito ele chega em casa.

A esposa aceita educadamente diz pra ele se divertir, que ela vai na casa de uma amiga, desliga o telefone e, em seguida liga para o amante que pertence ao grupo de pelada do marido, marcando com ele na casa de sua amiga. E, assim termina mais um fim de semana.
Rafael Prendin

LÍDER TODOS PODEM SER

Junho 18, 2008

Em todas as atividades e setores sempre existe um líder, que pode ser escolhido pelo grupo ou que se impõem. Tanto de uma forma ou de outra é ele de que chama pra si a responsabilidade do conjunto. Podemos dar como exemplo, o futebolem que há o capitão que responde dentro de campo por seu time e dá as instruções que devem ser seguidas pelos seus companheiros de equipe.

Na infanda as crianças são defrontadas com a figura do líder, através dos desenhos animados, em que sempre há um personagem que lidera os demais. Desde cedo é imposto no subconsciente das crianças, que ela deve seguir a alguém, que ela imagina ser “superior” a si mesma e aos demais (estratégia norte-americana para impor a sua supremacia sobre as demais nações). Outro exemplo é a brincadeira de criança, em que sempre há um responsável por incentivar os colegas a fazerem traquinagens. Mas a figura do líder está associada no coletivo humano como sendo a de um executivo empresarial.

Um líder executivo deve agir e comunicar de forma eficaz para poder captar os interesses mútuos e individuais dos receptores. Sendo ele a pessoa que é responsável pelos resultados metafóricos e reais da empresa. Tem que responder ao seu chefe pelos resultados de seus seguidores, estar sempre prestando contas, construindo o imaginário sensitivo dos funcionários.

Ter um ambiente organizado é fundamental na hora de transmitir, ensinar, informar, negociar ou concluir os projetos, sendo que cada um sabe sua funcionalidade é dai que se elabora a atividade do dia-a-dia, evitando ter que passar por problemas devido a falta de planejamento.

O líder deve ter uma sensibilidade para detectar as reais intenções das pessoas ao seu redor; ter esperteza suficiente para ser coerente em relação ao ritmo de atuaçâo dos seus comandados; ter facilidade para desempenhar uma influência positiva; saber administrar os funcionários para que correspondam a missão e a visão da empresa; ter a destreza de ser crucial para agir nos períodos de conflitos; ser sensato e manter o foco nos momentos de crise; saber utilizar a psicologia do inconsciente (induzir a outrem, a fazer algo sem que ele perceba); ter a competência de conduzir a vida pessoal com a da empresa, se possível sem que uma interfira na outra e, passar isso para seus funcionários; descobrir habilidades reprimidas de seus liderados e transformá-las em algo produtivo incentivando-os a desenvolver melhor suas habilidades e sempre analisar as pessoas com humanismo.

A empresa que tenha lideres com as características acima, só tem a ganhar. Nos relacionamentos interpessoais, na produtividade do funcionário e conseqüentemente no aumento de produção na empresa.

Para liderar uma equipe, é necessário lidera a si próprio. Conhecendo-se profundamente será capaz de reconhecer as outras pessoas. Deve-se possuir uma habilidade de comunicação como um todo, através disso é que vem o respeito e admiração dos seus comandados. Sabendo fazer o uso correto da comunicação, toma-se “fácil” resolver problemas da equipe como vaidade, raiva e humor de cada um. E conseqüentemente conseguirá manter o equilíbrio geral da equipe. Um líder, só poder ser propriamente chamado assim se tiver seguidores, e isso não tem haver, com ser chefe, diretor ou dono. Através do tratamento cordial e do êxito alcançado pela equipe, é que o líder mostra sua competência perante aos chefes “dinossauros” acostumados a mandar, xingar e menosprezar seus funcionários.

Todos devem ser lídereres, assumir seus erros, ser o senhor de seu destino, traçar os objetivos e metas a serem cumpridas em determinado tempo, não hesitar perante aos percalços, e principalmente nunca achar que é inferior aos demais, podendo-se até passar por bobo ou ingênuo, se isso trouxer alguma vantagem que seja realmente positiva.

Mas infelizmente o que acontece na maioria das vezes é o contrario. O indivíduo prefere ser comando por alguém, principalmente se essa pessoa for responsável por suas falhas tanto no local de trabalho como em casa. Ter alguém ao redor, assumindo seus erros é um mal sem tamanho e procedência. Uma criança que cresce sem saber a diferença do “eu quero, mas não posso” e “eu posso, mas não quero”, conseqüentemente terá grande dificuldade para liderar uma equipe. No mundo atual em que o “perde e ganha” faz parte do nosso dia-a-dia, o indivíduo que não for maleável, terá grande chance de ser mais um sonhador frustrado e amargurado. O jogo está em andamento, agora resta a você escolher seu papel.
Rafael Prendin

Documentário segundo o Dicionário Aurélio significa “Filme, em geral de curta-metragem, que registra, interpreta e comenta um fato, um ambiente ou determinada situação”. Documentário não é gênero e sim tipo cinematográfico que busca documentar a realidade que está inserida, sendo que o documentarista  procura intervir o mínimo possível na seqüência e pode ser definido também como oposição aos filmes de ficção. Mas não pode ser caracterizado como uma reprodução da realidade e sim uma representação de algo que nos é inerente ao conhecimento tanto individual como coletivo, mas por vezes distantes da nossa realidade. O espectador espera que o documentário seja uma cópia do real. Apesar de existir diferenças entre documentários.              O filme documental pode ser definido pelas organizações ou instituições, os documentaristas, o corpo de texto e o espectador nessa ordem. Há normas e convenções que diferenciam os documentários que podem ser: as entrevistas, as gravação do som, os cortes para introduzir imagens que ilustram ou tornem confusas nas situações mostradas em determinadas cenas, o uso dos atores sociais ou de indivíduos em suas atividades do cotidiano. Um costume característico de estrutura é a solução dos problemas apresentados nas cenas.Os seis modos principais de se fazer cinema documentário.Modo poético: enfatiza associações visuais, qualidades tonais ou rítmicas, passagens descritivas e organização formal.Modo expositivo: enfatiza o comentário verbal e uma lógica argumentativa.Modo observativo: enfatiza o engajamento direto no cotidiano das pessoas que representam o tema do cineasta, conforme são observadas por uma câmera discreta.Modo participativo: enfatiza a interação de cineasta e tema. A filmagem acontece em entrevistas ou outras formas de desenvolvimento ainda mais direto. Freqüentemente, une-se a imagem de arquivo para examinar questões históricas. Modo reflexivo: chama a atenção para as hipóteses e convenções que regem o cinema documentário. Aguça nossa consciência da construção da representação da realidade feita pelo filme.Modo performático: enfatiza o aspecto subjetivo ou expressivo do próprio engajamento do cineasta com seu tema e a receptividade do público a esse engajamento. Rejeita idéias de objetividade em favor de evocação e afetos.            O cinema de ficção nunca poderá representar a realidade em que vivemos. É apenas a representação da realidade, a construção do imaginário. São atores orquestrados por diretores através de roteiros pré-definidos. Nos filmes de ficção tem-se o herói, o vilão e em cima desses personagens centrais acontece o desenrolar das histórias que na grande maioria das vezes caminha para o tão esperado “happy end”.    Os filmes ficcionais podem ser baseados em fato reais, mas com abordagem do imaginário. Pode-se dar como exemplos os filmes: “Gritos do Silêncio” em que aborda a guerra cível no Camboja, “Uma Mente Brilhante” que conta a história do matemático John Nash que sofre de esquizofrenia.                                                                                                           A imagem cinematográfica dos personagens representa no espectador uma fuga da realidade. O indivíduo cria uma simbiose imaginária com o personagem que lhe agrada, tentando por alguns minutos que sua vida pudesse ser aquela assistida na tela.  O que se tem é a criação da realidade, parte central dos filmes de ficção.                          Há relação entre os filmes de ficção e os documentários estão em grande parte nas indústrias cinematográficas e nos cineastas que através da produção – criação da imagem – procuram passar suas idéias, suas críticas e sua visão geral do mundo. Nas construções de seus personagens.  As narrativas podem se assemelhar dependendo de sua classificação, um exemplo disso são os documentários de Michael Moore que na ânsia de atacar o governo norte-americano, usa de característica ficcionais na produção de seus documentários. O ponto de paralelo é a criação do cineasta ou documentarista de como o espectador deverá assistir. O ilusório visto como representação do real, e o real visto como representação do ilusório.            O filme “Cidadão Kane” de Orson Welles, conta a trajetória de um jornalista que tenta descobrir o significado da palavra “Rosebud” (botão de rosa em inglês. Alguns dizem que esse nome era o apelido do clitóris da esposa de Willian Hearst), que foi proferida, pelo personagem central antes de morrer Charles Foster Kane, magnata da imprensa (Kane foi inspirado no magnata das comunicações William Randolph Hearst, dono de uma cadeia de veículos de comunicação). Para decifrar o enigma, o repórter entrevista pessoas que eram ligadas diretamente a Kane, reconstruindo sua vida. A meta inicial do jornalista não é alcançada, mas o caminho percorrido é o que importa, nesse enredo. O filme foi narrado na linguagem não-linear, que na época foi considerada uma inovação, além do jogo de câmeras com primeiro e segundo plano, enquadramento e os planos de seqüência. Welles atuou fazendo o personagem de principal. Pode-se dizer que esse filme é a dramatização da vida de Hearst, nesse contexto se enquadra como um peseudo-documentário.  Esse filme pode ser considerado atual até hoje devido ao tema abordado. Muito Além do Cidadão Kane é um documentário produzido pelo diretor Simon Hargot, morto em 1992. Nele é traçada a trajetória de Roberto Marinho, que morreu em 2006. Narra há história de como ele construiu sem império as Organizações Globo. É usado a voz de Deus, e depoimentos de funcionários da Globo, como jornalistas escritores de novela etc.Os dois se parecem no enredo abordado, usado o “jornalismo marrom” para tirar proveitos pessoais e persuadir a população sobre notícias distorcidas da realidade, tento como regra de jogo a fortuna e o poder, que move grandes empresários do setor das comunicações. Outro grande exemplo de magnata da comunicação é Assis Chateaubriand que usou do poder da informação para criar seu império. “Além” ou não de “Cidadão Kane” o que é importante é como o meio de comunicação pode servir de alienação e interesses políticos nas mãos de empresários inescrupulosos e corruptos que na verdade são grandes facínoras da humanidade. Rafael Gomes Pereira

Olá mundo!

Março 4, 2008

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